28/02/2012

Fox Sports e a ''guerra'' com operadoras: os 2 lados têm culpa no imbróglio



Você amigo internauta que foi bombardeado de diversas informações sobre o Fox Sports desde janeiro, agora vê um ‘’esquecimento’’ do assunto. Ora, milhões de torcedores recorretam aos sites piratas para acompanhar a primeira rodada das equipes brasileiras, inclusive este quem vos escreve. Vimos muitas informações sobre a guerra entre o canal pertencente ao bilionário australiano Rupert Murdoch, que estreou no primeiro domingo de março sem quase ninguém assistindo. A NET e Sky e Via Embratel [que vai transformar em Claro TV] ainda não fornecem o canal, a última estaria em processo de disponibilizá-lo.

Porém, NET e Sky concentram cerca de 70% de assinaturas, e influenciadas pela GLOBOSAT dificultariam a entrada do canal que detêm as exclusividades da Libertadores e Sul-americana, que eram exibidas pelo SporTV. Para não se alongar no assunto, a Sky se manifestou dizendo que o novo canal cobrou um preço exorbitante de R$ 1,50 de cada assinante, depois da feroz campanha da equipe da Fox nas redes sociais mandando os clientes exigir a entrada do canal na programação.

Convenhamos que os dois lados estejam errados. O Fox Sports por ter estreado sem negociar direito com as empresas, e consequentemente deixando os torcedores à deriva, cobrando um preço salgado para Via, Sky e NET [vale lembrar que ela teria oferecido preços menores para GVT, RCA, Nossa TV, Oi TV e outras com alcances reduzidos, e mudado de valor em relação às três principais, informação negada pela assessoria do canal].

E as operadoras que se deixaram levar pela pressão da GLOBOSAT e possivelmente obrigar o cliente a pagar uma taxa extra pra quem queira assistir a Libertadores, por exemplo, como pode ser a solução encontrada pela Sky. E quem sai perdendo nesse imbróglio todo? O torcedor.

Operadoras que possuem o Fox Sports até o fechamento deste post.

CTBC (canal 465)
Nossa TV (Canal 36)
Telefônica TV Digital (Canal 465)
TVA (Canal 50)
Oi TV (Canal 520)
GVT TV (Canal 53)



13/02/2012

Dublagem x legendado: a eterna guerra de preferências

 Agora sim! Depois de um período de ‘’reciclagem’’, volto a publicar minhas opiniões televisivas, que vão além do meu perfil no microblog Twitter. E com um tema espinhoso que gera muitas contradições: produções legendadas ou dubladas, e a guerra de egos.
A TV por assinatura vive um momento de forte crescimento, impulsionado pela entrada da nova classe C. Brasileiros que estão usufruindo de produtos e serviços tidos como caros demais e inatingíveis em outros tempos. Esses reflexos ficam evidentes no número de canais que optaram 100% pelas versões brasileiras, e não pelo idioma original.

Os canais TNT, Megapix, HBO 2, HBO Family, Space e outros, em que todos os conteúdos vão para esse meio. Existem os que são mesclados, como os casos do Universal Channel, FOX e outros. Vale lembrar que, a FOX, exibia praticamente toda sua grade sem legenda, mas atendendo às reclamações dos que são pró-legenda, ela vem mostrando as séries nesse modelo. Não pode esquecer aqueles que exibem das duas maneiras, quem quer no idioma original, desabilita a função dublagem, porém, os que preferem ver em nossa língua vivem com o incomodo de ter as legenda mesmo assim. Casos do Telecine Action e HBO.

O grande ponto de conflito é que os críticos à dublagem dizem que a qualidade do produto pesa muito negativamente. Isso fica evidente em séries. Pego dois exemplos: White Collar  (FOX) e a recente Luck (HBO), convenhamos que a qualidade esteja bem longe do ideal, mas eu prefiro ver dublado, pois não consigo acompanhar as legendas. Aí entramos em um ponto favorável à dublagem: necessidade. Eu não acompanho as letrinhas, que às vezes são pequenas ou passam rápidas demais, devemos valorizar esse profissional que é dublador.

Pra terminar, você não tem a impressão que os filmes dublados antigos possuem mais qualidade na sincronização que os de hoje? E outra: animação. o pessoal reclama com exageros, pois só muda os atores, mas a forma é a mesma de produção.

14/11/2011

GLOBO TEM SUPERESTREIA NO UFC COM GALVÃO INSPIRADO


Olá!
Para começo de conversa, quero explicar que o blog vai voltar a ser atualizado normalmente a partir de dezembro. Até lá, ‘’pílulas’’  de opiniões irão aparecer de maneira esporádica. Para os que não sabem: estou por finalizar 100% meu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), a entrega final está marcada para o próximo dia 21. Por isso (e outros motivos) tive que me ausentar forçadamente de postar. Mas vamos ao texto.


Assista à luta na íntegra.

Quem assistiu à TV Globo no último sábado (12), acompanhou a primeira luta  do canal do Ultimate Fighting Championship (UFC). A emissora carioca confirmou ter comprado osdireitos do torneio, que pertencerá à RedeTV até dezembro, além de ser a primeira emissora fora dos EUA que irá produzir o The Ultimate Fighter (TUF), programa que vai reunir  aspirantes à lutadores. Mas quem chamou a atenção? Galvão Bueno estreando na modalidade.

Quando se confirmou que a luta de estréia seria ao vivo e com Júnior Cigano e Cain Velasquez, logo se cogitou o narrador Sérgio Mauricio, que já fez lutas do gênero e narra automobilismo com freqüência na Globo, nos domingos. Porém, na semana da aguardada luta, saiu a escalação do Galvão Bueno. Daí começou aquele alvoroço de criticas nas redes sociais.

Chega a hora da luta, eu e muitos estávamos curiosos pra ver como se sairia o locutor mais famoso do país. Levando em conta, que ele só narrou boxe no passado e UFC seria sua estréia também. Começou a transmissão e o Galvão solta a frase mais curiosa da noite, e repetida outras vezes: ‘’Gladiadores do terceiro milênio’’. Ele  estava em euforia digna daqueles que ganham um presente e saem no mesmo instante brincar. Fazia tempo que não acompanhava uma narração dele tão sincera e empolgante, desde o pentacampeonato do Brasil em 2002? 

Ele fez até bem a lição de casa, explicando algumas regras.
O ponto alto pra mim foi nos segundos finais da luta, que demorou pouco mais de um minuto.  “Opa, opa, pegou, pegou. Vamos lá, vai terminar. Pra terminar. Mão esquerda: 1, 2, 3, 4. Bate! Acabou, acabou, acabou. Júnior, Júnior, Júnior, Júnior Cigano do Brasil!”, gritou Galvão. “Acabou! É campeão do muuundo, Júnior Cigano”, disse ele aos gritos. Muitos que criticaram antes tiveram que admitir: ‘’ele traz emoção até em jogo de xadrez’’.

Em termos de audiência,  segundo o UOL, a Globo obteve média de 16 pontos. A próxima transmissão ao vivo deve ocorrer em meados de janeiro com o UFC Rio.

Até a próxima!

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